Dulce María diz ser uma mulher de desafios, se sente mais madura, por isso quer fazer personagens intensos para afastar-se da imagem “nice” do passado.
Como se o destino decidisse colocá-la a prova, a ex RBD passa por uma invejável boa seqüência. Há poucos dias retornou do Chile, onde estreou como protagonista no filme “¿Alguien ha visto a Lupita?”, na qual deu vida à uma “louquinha”, diz. Além disso, nestes momentos prepara a promoção de seu disco homônimo, cujo primeiro single, “Inevitable”, já toca nas rádios.
Trata-se de seu retorno à música depois de RBD. Por si não fora suficiente isso, pois comenta divertida que o tempo não lhe rende, Dulce se prepara para fazer cenas fortes. Encarnará a uma garota que tem um deslize lésbico na terceira temporada de “Mujeres Asesinas”, seu “par romântico” será a atriz Irene Azuela.
Dulce María antecipa que fará tudo o que for necessário para contar bem a história do capítulo “Eliana cuñada”.
“As pessoas estão acostumada a ver-me em telenovelas, em coisas lindas, ‘nice’, mas isto é algo diferente, é um desafio”.
Mas há mais, com sua Fundação Dulce Amanecer, fará uma nova rifa de objetos pessoais, como pinturas, para ajudar comunidades indígenas do México.
Dulce María combina a música, a atuação e os trabalhos altruístas pelo seu país.
Na música O primeiro disco solo de Dulce María estará disponível depois do verão. A promoção incluirá o México e outros países. O primeiro single, “Inevitable”, já se escuta com insistência na Argentina, Romênia, Chile, Venezuela, Colômbia e Espanha.
Fonte:: Yucatan.com.mx
Tradução:: DA.com.br

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